Plano de Saúde sem Carência

Plano de Saúde sem Carência

Um Plano de Saúde sem carência é o sonho de todo mundo, principalmente de quem já enfrentou o pesadelo de não poder contar com o benefício de um atendimento ou uma internação, porque faltavam semanas ou mesmo uns poucos dias para completar a carência.

O que é Carência

Com toda a certeza, você já sabe, mas não custa relembrar, de acordo com a definição da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), a carência é o tempo que você vai ter que esperar até começar a usar seu plano de saúde.

E você também sabe, e talvez até já tenha sentido na pele que essa corrida contra o tempo só aumenta a ansiedade, pois uma doença não tem data marcada para acontecer. É como atravessar um deserto ou desmontar uma bomba relógio.

Carência nos Planos de Saúde

A grande maioria dos planos de saúde não tem isenção de carência, e para os casos de consultas ou exames exigem prazos que variam de 30 a 180 dias.

E pode chegar a 300 dias (dez meses!) nos casos de gravidez ou até a dois anos, para cobertura de doenças e lesões que já existiam antes do contrato.

Por isso é importante levar em conta o fator carência, na hora de contratar um plano de saúde. Infelizmente, a maioria dos planos exige algum tipo de “contagem regressiva”, que varia de uma operadora para outra.

Um plano com “carência zero” vem se tornando uma quimera cada vez mais difícil de se conseguir. Mas a boa notícia é que este sonho pode ser difícil, mas não é impossível.

Casos com Carência Zero

Há alguns casos em que você pode contar com o atendimento quase imediato.

Você vai conhecer aqui algumas situações em que a carência zero deixa de ser um sonho para se tornar realidade.

Veja se você se encaixa em alguma delas, ou se ainda não se encaixa, conheça aqui como tornar isso possível.

Plano de saúde sem carência: os casos possíveis

Antes de mais nada: todos os planos de saúde individuais exigem algum período de carência. Portanto, a saída é optar por outras modalidades ou situações.

Em linhas gerais, existem três casos em que o plano de saúde abre mão de carência:

1. Os Planos de Saúde Empresariais ou corporativos.

2. Os Planos de Saúde coletivos ou por adesão.

3. Os casos de portabilidade: quando o cliente muda de uma operadora para outra.

Como funciona cada um desses casos

➢ Carência zero 1: os Planos de Saúde empresariais ou corporativos

Como o próprio nome diz, trata-se dos planos de saúde contratados pelas empresas e oferecidos aos funcionários em seu “pacote de benefícios”.

Ou seja, para ter direito a um plano de saúde empresarial, você precisa fazer parte do quadro de funcionários de uma empresa, ou de alguma tipo de associação, sindicato ou conselho profissional.

Nesse caso, a carência máxima costuma ser de 30 dias para a maioria das situações, ou seja, um mês a partir da sua contratação.

Isso vale também para os dependentes, que são:

  • os filhos (naturais ou adotados), o que inclui enteados ou pessoas sob a guarda, ou tutela judicial
  • os parentes de primeiro, segundo e terceiro graus (pais, avós, bisavós, tios, sobrinhos, netos e irmãos)
  • o cônjuge (marido ou esposa), o companheiro ou companheira, o que abrange casamento civil, religioso, união estável e mesmo a união estável homoafetiva.

Importante: Esta modalidade de plano de saúde sem carência não abrange apenas as grandes empresas: vale também para as pequenas e microempresas, de acordo com o número de funcionários com direito a cobertura.

➢ Carência zero 2: os Planos de Saúde coletivos ou por adesão

O Plano de Saúde coletivo ou por adesão é o nome que se dá ao plano contratado por pessoas jurídicas como os conselhos, categorias profissionais, sindicatos e associações de classe.

Ou seja, é preciso que haja um vínculo entre as pessoas, não valendo para amigos ou parentes que se reúnem para contratar um plano em comum que contorne a necessidade de prazo de carência.

Esta modalidade oferece algumas vantagens: além do preço reduzido, você não precisa ter um CNPJ, bastando comprovar sua ligação com a categoria que contrata o plano.

Mas há algumas desvantagens também: os planos de saúde coletivos não são regulados nem fiscalizados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Trocando em miúdos: é a operadora quem estabelece o índice anual de reajuste, e neste caso você pode em poucos anos acabar pagando mais caro do que num plano individual.

Além disso, o contrato pode ser rescindido unilateralmente: se a operadora deixar de achar vantajoso, ela só precisa avisar os participantes com o prazo de 60 dias.

➢ Caso carência zero 3: a portabilidade

A portabilidade de plano de saúde, que é semelhante à que hoje as operadoras de telefones oferecem, significa a possibilidade de mudar de uma operadora para outra.

Ou seja: se o cliente opta por outro plano de saúde, poderá mudar sem necessidade de cumprir nenhum prazo de carência.

Este procedimento é fruto da acirrada concorrência entre as operadoras, que faz da “carência zero” um fator decisivo para atrair novos clientes.

Mas a portabilidade só é permitida entre planos equivalentes e que foram assinados depois de 1999.

Além disso, outro fator importante é que você esteja com as mensalidades em dia.

Todo cuidado é pouco: fique atento às propagandas enganosas

Dicas para antes de contratar um plano de saúde

Na hora de aderir a um plano de saúde sem carência (que, mesmo sendo poucos, ainda são uma oferta a ser considerada), preste muita atenção em cada cláusula do contrato, principalmente, as chamadas “letrinhas miúdas”.

Leia com atenção, em vez de ficar empolgado com atrativos que podem ser meras e perigosas pegadinhas.

Antes de assinar, tenha certeza de que o plano é realmente sem prazo de carência.

Afinal, como diz a sabedoria popular: se a esmola é demais, o santo desconfia.

Por isso, entre em contato com corretores confiáveis para tirar suas dúvidas, a equipe da MyLife está disponível para te ajudar, clique aqui e fale conosco.

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